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quarta-feira, novembro 22, 2017

1634. Encarecido (para memória futura)

Sr. Filipe, hoje vou falar-lhe ao coração, para bem do meu e de alguns outros que provavelmente estejam sangrando tanto como o meu.  Sr. Filipe eu até não o acho má pessoa ou assim, vá lá.  Como sabe, a canção mais emblemática do nosso clube diz que o Glorioso nunca encontrou rival neste nosso Portugal e eu estou com o Piçarra. Quer dizer, tirando o passivo que vai continuando a crescer apesar dos milhões que o senhor faz a vender as joias da nossa coroa, já começamos a rivalizar com aqueles que nem jogadores podem comprar. E hoje, até aposto que se ler os jornais e as redes sociais vai ver que começamos a rivalizar no anedotário desportivo com aqueles que para se lembrarem do ano em que foram campeões têm de sintonizar a RTP Memória.  Esta teve graça. Amei, amei, amei!  Mas pronto, não acho que a culpa seja toda sua, se bem que ter tido seis anos um treinador e mais dois outro que não ganharam um único campeonato (sim, sim, não é gafe; quem ganhou foram os vouchers e os e-mails; na verdade ainda não percebo porque é que aquele líder ex-gordo foi contratar o homem se bastava mandar fazer umas caixinhas, meter lá dentro uma camisola de um violino e um ticket-restaurant e já estava: campeonato no papo!), mas pronto você é que sabe se o Mr Magoo tem razão em dizer que os e-mails ganharam campeonatos. Você e o rapazito da Amadora que apesar de tudo e de ser quase sempre corrido da Champions sempre nos conseguia levar às finais da Taça UEFA, ele que nunca se defendeu do seu, dele, atual presidente que lhe retirou o mérito das vitórias trocando-as por um voucher e que também nunca se insurgiu contra o velhinho lá de cima que amoroso que não há alternante que lhe resista e lhe troca os títulos por e-mails. Mas pronto esse já só faz parte da história pois é a si presidente, meu presidente, capitão, meu capitão, em quem votei e não no prof Marcelo que, diga-se de passagem, é muito mais amoroso, mas então o que é que se há de fazer se só você presidente pode fazer algo pelo meu coração. E vou já direito ao assunto que eu não tenho jeito nenhum para rodeios. Eu amo o Benfica e nunca fui sócio de mais nenhum clube! Não deixe que este meu amor, este meu coração, ande assim tão dilacerado. Mas se eu recorro a si é porque não sei mais a quem recorrer, a não ser a Deus Nosso Senhor e Esse eu reservo para coisas fora das quatro linhas. Vá ao prego, ou seja, lá onde for e recupere as joias. Ah e pelo caminho veja também se encontra um treinador para a nossa equipa. É que este que lá temos é amoroso, mas não serve. Acho que ele ainda percebe menos de bola do que eu, mas eu não estou contratável. Um xi-coração presidente Filipe.

quinta-feira, novembro 03, 2016

1631. Falar "disciplinês"

No futebol inglês não há cá funfuns nem gaitinhas. O treinador José Mourinho contestou as decisões do árbitro no último encontro e foi expulso. Por isso levou um jogo de suspensão como castigo. Por ter feito o mesmo num jogo anterior com o Liverpool foi condenado a uma multa de 55 mil (cinquenta e cinco mil) euros. Mourinho aceitou as penas, sem contestar. Em Portugal, em Agosto deste ano, um treinador de um clube de futebol, onde consta aufere um salário próximo dos 8 milhões de euros anuais (assim tipo umas 16 vezes mais do que o presidente da CGD por quem barafustamos tanto), foi condenado a 765,00 euros (setecentos e sessenta e cinco euros), ou seja, trocos, pela Federação Portuguesa de Futebol num caso idêntico ao de José Mourinho e não foi suspenso, apesar de ter sido expulso como aconteceu a Mourinho. Ainda assim caiu o Carmo e a Trindade e ou muito me engano mas este post vai ser lido com raiva pelos "amigos" (circunstanciais, é certo) do tal treinador e se calhar merecedor de algum comentário de reprovação. Entretanto siga a bagunça, vamos lá todos para a rua ajudar a GNR a procurar um tal presumível homicida de Aguiar da Beira e a contestar o salário do gestor António Domingos porque a CGD, em relação ao futebol, não tem a mínima importância económico-financeira para o país.
PS. Por falar no homicida de Aguiar da Beira, ninguém se apercebeu de que a polícia norte-americana deteve em menos de 24h o homicida de dois polícias num tiroteio ocorrido anteontem no estado do Oiho?

quinta-feira, outubro 21, 2010

1547. Egas Moniz

No próximo mês de Novembro terá lugar uma greve geral que se prevê venha a ter uma adesão nunca vista neste canto da Europa. O IVA subiu para 23% e o leite enriquecido com cálcio passou a ser considerado um produto dispensável passando, por isso, dos antigos 6% de IVA para 23% (pelo menos, quem tem osteoporose pode gabar-se de ter uma doença de luxo). Nunca a palavra responsabilidade foi tão bastas vezes dita e redita pelos nossos políticos. Por acaso eu acho uma patetice e diria mais que isso, um logro. Não acredito que nenhum deles alguma vez coloque a corda no pescoço como o fez o velho Egas Moniz, para pagar os erros de governação. Isso sim seria assumir as responsabilidades e o resto é treta. Os salários dos funcionários públicos vão ser cortados em valores que chegam a atingir os 10%, numa medida inédita e que, dizem os economistas sérios, terá graves consequências na nossa economia, enquanto qualquer secretariozeco de estado se passeia em automóvel topo de gama. Estão todos muito empenhados em salvar Portugal, destruindo os portugueses. Provavelmente transformar isto num baldio que não serve para nada. Portugal não é um conceito, Portugal são os portugueses.

Quero eu dizer na minha que com tudo isto e mais algumas coisas o futebol não é tudo na vida, nem tão pouco o mais importante. Mas o Benfica é o meu clube e eu tenho também o direito de saber o que se passa por aquelas bandas. Apenas saíram dois jogadores da época passada e a equipa desmoronou-se. E não é só por culpa dos olegários benquerenças. Ontem em Lyon, como antes em Gelsenkirchen e em mais outra mão cheia de estádios não se encontram o Javi, o Maxi, o David Luiz, o Saviola, o Cardozo que brilhavam no ano passado, nem os novos Jara ou Sálvio parecem ter estofo para se aguentar à bronca, para já não falar nos sempre lesionados Fábio Faria e Ruben Amorim. Nem, tão pouco, já Jesus salta no banco. Está na hora do presidente do Benfica começar a olhar para o futebol tout court e deixar os pintos da costa em paz. É que a nós benfiquistas, apesar da crise, apesar dos sócrates e dos teixeiras dos santos do nosso descontentamento, ainda gostamos de ganhar. E se este estado de coisas continua, senhor presidente, alguém lhe vai pedir, também, as suas responsabilidades, quem sabe exigindo-lhe que se comporte como o velhinho Egas Moniz.

quarta-feira, maio 12, 2010

1532. 23, 24, 30

Uma das coisas que os meus amigos leitores e as minhas amigas leitoras já sabem é que eu sou um grande adepto de futebol. Nunca segui a carreira de futebolista mas tinha jeito. Só que a ter jeito como eu tinha havia pelo menos mais 10 na minha rua, mais 20 no meu bairro, mais 100 na minha Freguesia, mais 1000 no meu Concelho, mais 10000 no meu Distrito e pelo menos mais 300 mil no país inteiro. Por isso fiquei-me por jogador popular, jogava na rua, no bairro, na escola e no trabalho. Mas isso nunca me retirou a aficcion. Por isso sou também um observador atento das coisas que se vão passando no mundo do futebol, com muitas falhas, é óbvio, porque não sou, nem quero ser, um especialista. E também eu, parece que à semelhança de pelo menos 90% de outros portugueses, não concordo com a lista dos 24 de Carlos Queiroz para o Mundial. Eu escrevi 24 e não 30, propositadamente. Já me confrontei com as listas de convocados da Argentina, do Brasil, do Uruguai, da Austrália (31), da Espanha, da Alemanha (27), do Gana (29), da Inglaterra, da França e da Holanda e nenhuma destas selecções tem uma lista de 23 ou 24 jogadores mas sim de 30 (entre parêntesis as diferentes). Aliás, a FIFA é isso que pede. Uma lista de 30 jogadores e a confirmação dos 23 finais até 10 de Junho. Podia Carlos Queiroz ter evitado toda esta confusão se, na primeira hora, tivesse de imediato listado os 30 escolhidos, o que veio a fazer horas depois. Depois logo se via, porque na véspera do início do campeonato todas as opções são mais facilmente aceites.

terça-feira, outubro 13, 2009

1498. Trocas

Bem sei que não escrevo neste blog há uma data de dias e que para escrever isto mais valia estar quieto. Mas depois de ter estado mais de duas horas a ouvir um patético debate com 3 directores dos mais prestigiados jornais nacionais e um director de uma rádio especializada em jornalismo, onde não só não se esclareceu nada sobre os temas em debate como ainda mais me (nos?) deixou baralhado(s) e que terminou com a uma ainda mais patética acusação (sim acusação!), à laia de remate, do director do Expresso ao director do DN de que este teria sido jornalista desportivo (?????) acabo a noite a rir a gosto. E porquê?

Porque acabei de ler uma notícia, para mim benfiquista, saudavelmente fanático – o saudavelmente é da minha autoria e esperando que o director da blogosfera não me ache indigno de escrever num blog só porque eu gosto de desporto – que me deixou muito alegre. Então não é que José Eduardo Bettencourt vai apresentar hoje, no final da tarde, onze novos sócios do Sporting, entre eles o atleta Marco Fortes, campeão nacional do lançamento do peso, atleta este que hoje acabou de assinar contrato com o rival Sport Lisboa e Benfica? E não dá vontade de rir à gargalhada?

sexta-feira, agosto 21, 2009

1472. Benfica TV

Inenarrável este rapazinho. Não é a primeira vez que vejo um jogo do meu Glorioso S. L. Benfica na Benfica TV e de cada vez que o faço farto-me de rir. A Benfica TV não é uma televisão privada embora seja uma televisão privada. Parece um contra-senso mas não é. Eu explico. Embora seja uma televisão privada de estatuto não é um canal de TV para ser visto à porta fechada, entre confrades que se riem muito das próprias piadas. Está inserida num pacote de oferta de um operador, com licença atribuída por Entidade Pública. Como tal deve ter, independentemente da linha editorial com a qual digo de passagem que embora não a conheça subscrevo-a porque será com certeza em defesa do meu clube, dizia eu deve ter sobriedade mas, essencialmente qualidade. Ter um relator/comentador dos jogos de futebol que não só identifica o nosso treinador como Jota Jota (eu vou assumir para mim a dor e pedir desculpa ao grande Jacinto João, ex-jogador do Vitória de Setúbal, esse sim universalmente conhecido nos meios futebolísticos como Jota Jota), como para ele faz parte da nossa equipa o Angelito (anrrelito), o Pablito, o Fabinho, o El Conejito (el conerrito), o Tacuara e para já fico-me por aqui porque daqui a pouco está a chamar Luisinho ao Luisão. Não se pode melhorar Sr. Luís Filipe Vieira? Pode-se ser Benfiquista sem ser ridículo ou não?

PS. Os ucranianos não têm nome conhecido mas ainda sou do tempo em que o Benfica foi eliminado por um tal Ajax e que toda a imprensa achincalhava o Glorioso por ter sido posto fora da Europa por uma marca de detergente. Pois bem, o Benfica deu quatro aos ucranianos do Poltrava, outros quatro poderiam ter sido marcados e o jogo foi muito bem jogado.

segunda-feira, julho 06, 2009

1457. Luso, brasileño, español, madeirense... se calhar é por isso (?)

Tirando os canais Panda e Disney que são mais dados a coisas de criancinhas e que parece estarem já nos preparativos para transmitir as festas funerárias do Michael Jackson e também o canal Odisseia que se presta muito a ficção (no momento em que fiz o zapping estava a dar o julgamento do caso Casa Pia), não há canal de TV que não esteja em paranóia Ronaldiana. Não se vê nem se ouve outra coisa que não seja falar de Cristiano Ronaldo. No entanto, se D. Nuno de Santa Maria não tivesse sido santificado e, portanto, impedido de se meter nestas andanças, seria de chamá-lo imediatamente para invadir a Espanha. Então é lá possível que o ÀS um jornal desportivo espanhol, tenha escrito na versão on-line (vide foto) um texto em que chama “astro brasileño” ao nosso madeirense? Será que o Alberto João anda a fazer coisas nas costas da gente, como vender o seu arquipélago às Canárias? Bom mas não era nada disto que eu queria falar. Era de uma coisa séria. Fiquei a saber por um desses 7896 canais que não param de falar no Ronaldo de que este cobra 150 milhões em contratos com a Nike, o BES, a Castrol, a Soccerade, a CR7 e outras. Cobra? E paga os impostos aonde? Não podem dizer à gente? É que o país que parece que está todo vergado e babadinho com o craque precisa, né?

quinta-feira, abril 16, 2009

1414. Eu não vou à bola com esta bola


Ontem jogaram duas sociedades anónimas a passagem às meias final da liga dos campeões em futebol. Aparentemente a SA sediada no Porto não terá sido inferior em jogo jogado à SA sediada em Manchester faltando-lhe, talvez, um funcionário chamado Ronaldo. Hoje muito se tem falado de honra e prestígio dizendo-se à boca cheia que o futebol português saiu dignificado pela prestação da SA sediada no Porto. Ora eu não discordo que o futebol português tenha saído prestigiado mas não exactamente devido ao feito da SA sediada no Porto. Na realidade esta SA apresentou em campo apenas 3 portugueses, sendo que a SA sediada em Manchester apresentou 2, no total dos 28 jogadores em campo, correspondendo a 18% de portugueses o que nem é tão pouco como isso dado também terem havido apenas 6 ingleses em campo (21%). Mas se compararmos com os 39% de jogadores sul-americanos no relvado resta-me ficar aqui a pensar o que é isso de futebol português e o que é isso de futebol inglês?
*
Eu, benfiquista, adepto e accionista da SA sediada em Lisboa na Av. Norton de Matos, multinacional de sotaque castelhano, fiquei feliz por ter visto aquele estádio da freguesia da Antas cheio, não só pelo que gerou de receita para a empresa mas também pelo apoio que estiveram o tempo todo a dar para que as minhas acções da SA sediada no Porto subissem (sim também sou accionista dessa empresa). Infelizmente isso não aconteceu, mas não deixo de agradecer.

terça-feira, março 24, 2009

1398. O gajo é louco



Introdução. Hoje tenho vontade de escrever muitos posts. Sei que poucos leitores de blogs resistem a mais de dois posts de um só blog e sei também que nenhum leitor gosta de posts muito grandes. Deverei deixar para amanhã e para depois de amanhã? Tipo blog tântrico? Oh filho o que é isso de blog tântrico?, Olha começas agora e vens-te, quer dizer, escreves o blog tipo punch line lá para terça-feira da semana que vem. Se estivesse aqui o meu espelho diria:
- Previsível (isto é o espelho a iniciar as provocações)
- Eu? (isto sou eu a fazer-me de novas)
- Repetitivo (isto é o espelho a tentar fazer-me a cabeça)
- Ai ai ai ai ai (isto era eu a dizer ao espelho que não estava a gostar nada da conversa)
- Erudito de meia-tijela (isto era o espelho, já em desespero de causa, a usar expressões popularuchas)
- Desembucha, caralho – Eu já tão mal-educado como qualquer tipo quando entra para dentro de um carro e decide conduzir em Lisboa.
- Usaste duas vezes a palavra tipo e disseste punch line e queres que eu fique calado?
(É por estas e por outras que eu lhe viro, sistematicamente, as costas. Há pachorra?)

Dizia eu que me apetece escrever muitos posts que ninguém vai ler e que não estou muito a fim de escrever um post granjola que ninguém vai ler também. Decidi então escrever vários capítulos de um só post. Como diz o nosso povo, Diz-me com quem andas dir-te-ei quem és, os meus leitores amigos e as minhas amigas leitoras poderão pelo título dos capítulos ler ou passar à frente. Pronto vou começar que ainda não disse nada até agora.


Recado. Para o puto que fez uma ultrapassagem, ao volante de um cabriolet verde alface, hoje cerca das 15 horas na Rua do Trevo em Corroios (só não escarrapacho aqui a matrícula porque nem tive tempo de a ver), a alta velocidade, mesmo em frente ao jardim-de-infância e que me fez subir o passeio, eu que vinha em sentido contrário, para que não chocássemos de frente. Pareces ser um gajo de tomates, oh meu! Vê lá se não bates com os cornos numa esquina próxima que isso de alface e tomates ainda pode dar uma grande salada.



Tenho medo sim senhor. Sinto sempre um arrepiozinho na espinha quando leio “saída de emergência”. Não sei porquê mas associo sempre a catástrofes, lembro-me da discoteca em Bali e tantas outras situações semelhantes. Se calhar também me lembro daquela igreja relatada em "The Reader" com as portas trancadas por fora. E fico em transe quando, como hoje, numa sala do Hospital de S. José em Lisboa, vejo uma porta, para ser usada em caso de emergência sem maçaneta/puxador que a impede que se abra em tal circunstância. A foto, mesmo que de telemóvel, não me deixa mentir.





Vamos falar de economia. Quanto custa um penalty? Não, amigas e amigos, não vou alinhar na histeria quase colectiva que assolou o país devido ao penalty fantasma do jogo de Sábado. Eu sou sócio, há muitos, mesmo muitos (sou cota, não esqueçam) anos do S L Benfica. De alma e coração. Mas também sou accionista da SAD Benfica. E espantem-se se se quiserem espantar, também o sou da SAD Sporting e da SAD Porto, isto é, das três maiores empresas de futebol do país. É por isso que hoje em dia, para mim, vale tanto um golo do Nuno Gomes como um do Levezinho ou do Hulk. Economico-financeiramente falando, naturalmente. Quando entram três empresas em campo, três más empresas, diga-se de passagem, dando o exemplo do passado Sábado, a empresa SAD Benfica e a empresa SAD Sporting com gestões financeiras, dizem os entendidos, ruinosas que se não fossem de futebol há muito seriam insolventes e a empresa árbitros de futebol, com uma gestão de recursos, se não ruinosa pelo menos desastrosa, apenas a empresa árbitros é visada pelos erros que comete. Se não fosse terem sido distribuídos 750 mil euros à empresa SAD Benfica e outros tantos 750 mil euros à empresa SAD Sporting quem me ressarciria a mim, accionista da SAD Sporting por tão mau desempenho dos seus funcionários na marcação das penalidades de desempate? É que as minhas acções desvalorizaram por causa disso. Já agora, o penalty mal assinalado contra a empresa SAD Benfica na contenda pública num campo da freguesia das Antas há bem pouco tempo, arredou a empresa SAD Benfica do 1º lugar do ranking das melhores empresas de futebol deste ano na tabela Sagres. E esse penalty sim pode valer alguns milhões a menos nas contas da empresa SAD Benfica dada pela confederação patronal chamada UEFA. E não fosse eu accionista das duas empresas, da gloriosa empresa de Lisboa e da (pffff, béécckkk) empresa azul do Porto e estaria agora a ver a minha carteira de acções a ser penalizada.




Quanto custa a ineficiência? Estive hoje, como já se devem ter apercebido, no Hospital de S. José. O meu sogro foi para uma consulta de anestesia e, porque tem 81 anos e dificuldade em se movimentar sozinho, a minha mulher teve de o acompanhar. Eu fui fazer de motorista, caso contrário um táxi para ir e voltar custar-me-ia os olhos da cara. Para uma consulta marcada para as 11 da manhã, esperámos até às 14h30 para sermos chamados e mais 3 minutos para sermos consultados. Eu não sei quantas pessoas, por este país fora, tiveram de acompanhar hoje familiares idosos a consultas. Mas, sem ter de fazer nenhum exercício difícil de extrapolação, tenho a certeza que isto custa muitos milhares de euros ao país por debilitar substancialmente os índices de produtividade. Tendo em conta que esta situação mais não é do que o reflexo de uma péssima gestão hospitalar, não deveriam, no final de cada mês, estes gestores indemnizarem o estado pelos prejuízos causados ao erário público em vez de receberem os chorudos ordenados que recebem?






Cheirinhos. Nunca entendi porque é que os parques de estacionamento dos hospitais, por maiores que sejam (conheço S. José, Garcia de Orta e Sta. Maria todos muito bem), nunca têm lugares disponíveis para quem vai a consultas médicas. A alguém, algum dia, que o saiba peço e agradeço que me deixe um comentário explicativo. Tive por isso que, depois de deixar o meu sogro com a minha mulher na sala de espera da consulta que procurar um parque de estacionamento. Deixei-o no parque subterrâneo do Campo dos Mártires da Pátria. Como gosto de andar a pé, não saí nem entrei pelo elevador tendo antes utilizado as escadas. Estas são arejadas e bem cheirosas, ao contrário das do parque de estacionamento da praça S. João Baptista em Almada que tresandam de cheiro a mijo. Devo concluir que os almadenses são muito mais mijões que os lisboetas ou que em Almada não há fiscalização e muito menos limpeza? (Ao cuidado da ASAE e da Bragaparques).
Por falar em Campo dos Mártires da Pátria, realço o verdadeiro conceito de espaço público, com uma fauna interessante de patos, pombos, galos da índia, galinhas pedreses, pavões e outras espécies. Um parque calmo e sossegado. Não sei se seguro, mas a verdade é que até à data não tenho razão de queixa.







Paisagem. Gosto de fazer caminhadas e faço-o com frequência no Parque da Paz em Almada. Têm várias espécies arbóreas, muitas delas classificadas e assim vou aprendendo um pouco mais de botânica, o que não é difícil visto o meu bem escasso conhecimento da matéria. Em meados de Fevereiro as Ameixoeiras de Jardim estavam lindas de floração. Hoje estão lindas de folhagem.








A natureza é muito mais bonita do que os mijões, os árbitros, os dirigentes das empresas de futebol e os gestores hospitalares. (No dia 8 de Agosto de 2007 escrevi aqui no PreDatado um post com crítica ao funcionamento do Hospital de Beja. O seu director não terá gostado muito dessa crítica e pediu-me detalhes sobre o que eu afirmava. Alguns dias depois mandei-lhe um relatório completo. Sei que respondeu ao meu cunhado, há relativamente pouco tempo, considerando normal a situação. Não é má fé gostar mais da Natureza do que, por exemplo, do corporativismo, pois não?).




Porque hoje é terça

Como doce, de minha infância, é a lembrança
Cada cor, à saída do vapor, seu paladar.
De doces cores se adoçava a boca da criança
Açúcar, água e lume brando a crepitar.

Hoje és tu de mil cores a tentação
Te beijar, te lamber, te devorar
Em turbilhões de volúpia e de tesão,
Como um vapor, em doce leito, a navegar!



sábado, fevereiro 21, 2009

1374. Lunch Time Blog em dia de derby


Eu bem sei que há um certo jeito português para misturar comida e futebol. Quem nunca parou numa daquelas, antigamente barracas, hoje roulottes que vendem de tudo da imperial ao tintol e da bifana ao coirato? Quando eu era miúdo, o meu pai parava sempre numa dessas, aqui para o garoto uma laranjada e para mim um morangueiro se faz favor, pedia. Comia-se uma bifaninha para o estômago ficar aconchegado e já dava para a malta chegar a casa, para lanchar como deve ser e preparar o jantar. Sim, o jantar porque nesses tempos jogava-se futebol às três da tarde, os clubes iam sobrevivendo sem terem de vender a alma às televisões e aos joaquins oliveiras e mesmo assim tinham eusébios e yazaldes, manueis fernandes e nenés, jordões e vitores baptitas. E quando entravamos nas bancadas em festa, onde não havia claques organizadas mas todo o estádio era uma claque, de vez em quando bem acalorada, não era raro andar tudo à batatada, mas rapidamente apaziguada com um copo de tinto a sair do garrafão, uma rodela de chouriço ou de paio e um naco de queijo. Oferecia-se sempre ao vizinho do lado, bom proveito obrigado, vá lá prove que deste nunca comeu é lá da minha terra, fiz trezentos quilómetros para ver o meu Benfica, coma um bocado desta broa vai ver que gosta.

Pois foram estes os tempos que me vieram à lembrança, hoje que é dia de derby e enquanto picava na 1-2-3, o chouriço, o bacon, a cebola, o alho, a salsa e o coentro, o piri-piri e o toucinho gordo e depois, misturava tudo com um salpico de colorau e um copo de vinho branco e esfregava a perna do peru para depois a regar com um fio de azeite e leva-la ao forno já aquecido, foi destes tempos do copo de morangueiro e da laranjada que me lembrei. E também dos frangos e dos perus que assisti ao longo dos tempos protagonizados pelos mais diversos guarda-redes que hoje me apetece homenagear, O Costa Pereira e o Carvalho, O Zé Henrique e o Damas, O Manuel Bento e o Botelho, o Michel Preu-Homme e o Peter Schmeickel, o Quim e o Ricardo.

E por falar em peru não sei se o Paulo Bento vai pôr a jogar o Rui Patrício ou o Tiago. Mas a qualquer deles, e como bom benfiquista que sou desejo-lhe uma noite de perus. Pode ser?


Foto: Isabel Cutileiro, encontrada em Google Imagens

segunda-feira, fevereiro 09, 2009

1361. A equipa de todos eles


Eu sou benfiquista, todas as minhas leitoras e todos os meus leitores o sabem (ou deviam saber) desde há muito tempo. Este meu texto reflecte, sem dúvida, o meu benfiquismo o que, diga-se de passagem, é algo que muito me orgulha.
Embora eu ache que a história dos 6 milhões de benfiquistas não deva constituir mais do que um faits divers, ela serve apenas para que os nossos adversários a usem para nos achincalhar, o que prova que são fraquinhos em contas pois somos muito mais do que seis milhões não só aqui no rectângulo ibérico mas também por esse mundo fora.
Ora com mais milhão ou menos milhão, não há dúvida absolutamente nenhuma de que a maioria dos adeptos portugueses de futebol são benfiquistas. E é por esta razão que não se entende a provocação do Sr. Carlos Queirós de não ter convocado nenhum jogador do Benfica para a Selecção Nacional. Não me revejo nesta selecção, ela não me representa. E como este sentimento está na maioria dos benfiquistas que conheço, penso que posso generalizar e dizer que esta não é a equipa de todos nós.

domingo, janeiro 04, 2009

1327. Porque hoje é Domingo ou de como eu não me tornei craque da bola


Tinha eu acabado de fazer 17 anos nesse Verão em que fui assistir a mais um treino de captação, onde iria pontuar o meu irmão Carlos, tipo afoito e corajoso, que voava como um gavião quando uma bola lhe surgia pelos ares ou rastejava feito jacaré mas com a agilidade de um felino quando era necessário ir ao chão roubar a bola nos pés do adversário. Tinha a mania de que era guarda-redes e era-o mesmo. E dos bons.

O Carlos é mais novo do que eu sendo que, eu próprio, aos 17 anos, já não teria idade para prospecções / captações. Disso mesmo informei os, à época, membros da equipa técnica juvenil do Sporting, Osvaldo Silva e Hilário, e ainda de que a minha presença ali era apenas para assistir ao treino do meu irmão. Isso não foi do agrado dos ditos técnico pelo que ou eu me equiparia e seguia com os outros para o campo ou teria de ir embora pois os treinos de captação não tinham público. Assim, mais ou menos contrariado, vesti um equipamento, calcei umas chuteiras e lá fui “com a turma” como se referia à malta o brasileiro e malogrado Osvaldo Silva.

Antes do início da pelada coloquei-me estrategicamente na bancada dos “excedentes”. Aos poucos, por períodos de 5 minutos iam sendo mandados para o balneário aqueles que a dupla técnica achava que não serviriam para continuar a observação. Quando chegou a minha oportunidade saltei para o campo e joguei cerca de 1 hora. A ponta direita. No final do jogo, fui chamado à presença dos dois senhores que me disseram, Tu ficas, estarás cá no dia tal às tantas horas para o segundo treino. Fiquei, obviamente, babado.

Mas houve, há e, creio que já não tem cura portanto, haverá sempre nas minhas tomadas de decisão um dilema entre a razão e o coração. E se por um lado hoje eu poderia figurar nalguma dessas galerias de notáveis do pontapé na bola, a verdade é que um fanático BENFIQUISTA não poderia, sob pena de trair o seu Coração, envergar uma camisa às ricas verde-brancas dos lagartos. E logo aí a decisão ficou tomada. Não voltaria.

Mais tarde ainda tentei o meu ingresso no Almada, clube da minha terra. Mas estava lá um tipo à frente dos jovens, de que obviamente hoje ninguém sabe o nome, que se achou mais conhecedor que o Hilário ou o Osvaldo e me pôs na cabine ao intervalo. E até poderia ter sido um daqueles meus maus dias, quem sabe, mas foi o suficiente para eu nunca mais pensar na bola a sério. Ainda assim dei os meus toques até aos 45 anos, altura em que uma teimosa dor ciática apenas me permite ver o futebol na bancada.

Foto do Rui Costa: infelizmente não sei de quem é, encontrei na net sem referências ao autor

sexta-feira, novembro 21, 2008


1297. Pontapé na chincha

1. Rotina alínea a). Às sextas-feiras final da manhã, quando dou por terminados os meus principais deveres semanais saio e vou “meter” os meus papéis para a reforma que é como quem diz não deixo de entregar na tabacaria um boletim de Euro milhões e outro de Totoloto. Até agora têm andado a protelar entregarem-me aquele montante que me obrigaria a ficar 50% do resto da minha vida de papo para ar.
2. Rotina alínea b). É também ao dia de hoje que me sento no café e leio os jornais que por lá há. Normalmente começo pelo Correio da Manhã, para ler aquelas 15 páginas de notícias de assaltos, homicídios e acidentes. Mas depois do acidente (ou suicídio?) da Selecção Nacional de futebol, no Brasil, pensei que acidentes por acidentes era melhor começar por ler A Bola. E assim quebrei uma rotina semanal.
3. Carlos Queiroz, alínea a). É-se preciso ter muito boa imprensa para se salvar um pescoço depois do desaire por 6 a 2 frente ao Brasil (e de todos os outros desaires anteriores). João Bonzinho na sua nota semanal em A Bola, escalpeliza entre outras coisas a má colocação dos jogadores em campo, com realce para os posicionamentos de Tiago, Danny e Simão, o erro que foi a substituição do melhor jogador da selecção (Danny) ao intervalo e, com muita acutilância – quase a metade do artigo – sobre a não convocação de Nuno Gomes, por todas e mais alguma razão que o jornalista expôs. No entanto no meio da crónica escreve “Mas é fácil, agora, apontar canhões e destruir o seleccionador. Não embarco nisso.” Ou a frase foi escrita sem querer, pois está completamente em contradição com o resto da crónica, ou de facto é preciso ter muito boa imprensa.
4. Carlos Queiroz alínea b). Ainda em A Bola, José Manuel Delgado, num artigo de análise à Selecção e à referida derrota escreve, “A Carlos Queiroz que não tem que provar nada, não basta assumir a derrota…”. Eu contraponho. Carlos Queiroz tem de provar tudo. Não basta ter sido campeão mundial de juniores há 20 anos atrás. Desde essa data pelo menos mais 10 treinadores foram campeões do mundo de sub-20 e nem dos nomes lhes ouvimos falar. Carlos Queiroz treinou antes a Selecção Nacional com paupérrima prestação e saiu batendo com a porta acusando tudo e todos menos a ele próprio. Carlos Queiroz pegou no Sporting e levou 6 em casa do seu maior rival, o Benfica. Foi apenas o culminar de uma época desastrosa. Carlos Queiroz foi corrido do Sporting pela porta pequena. Carlos Queiroz esteve à frente da selecção da África do Sul e não conseguiu qualificar os Bafana-Bafana. Claro que Carlos Queiroz foi despedido. Carlos Queiroz treinou o maior conjunto de estrelas que algum treinador já treinou numa só equipa. Carlos Queiroz acabou por ser despedido do Real Madrid. Esta é a carreira de Queiroz, salpicada de alguns títulos como adjunto no Manchester United. Tem ou não que provar algo meu caro José Manuel Delgado?
5. Manuel José. 4 Campeonatos do Egipto; 2 Taças do Egipto; 4 Super-taças do Egipto; 4 Ligas dos Campeões Africanos; 3 Super-taças africanas. Um dia, ao serviço do Benfica, perdeu um jogo com o Vitória de Setúbal, talvez um dos melhores jogos que eu vi o Benfica jogar nas últimas duas décadas, num ambiente totalmente adverso no estádio da antas, por interdição do campo do Vitória e, Manuel Damásio, na época presidente do Benfica, despediu-o. Injusta e ingloriamente. Este sim merecia que o deixassem provar qualquer coisa. Provar o sabor das vitórias à frente da Selecção Nacional. Mas parece que outros valores mais altos se alevantam.
6. Vanessa Fernandes e Nelson Évora. Merecidíssimos os prémios de atletas feminino e masculino, respectivamente, do ano atribuídos pela Confederação do desporto de Portugal. Sic transit gloria mundi, mas enquanto ela por estes dois passa que lhes sejam feitas as devidas vénias.

PS. Quando na minha roda de amigos e familiares expresso as minhas opiniões sobre o treinador Carlos Queiroz, oiço muitas vezes afirmações de que ele sabe muito de futebol , que como organizador de uma estrutura não há como ele, que é inteligente e bem formado. E eu concordo absolutamente com isto tudo. Mais ainda, simpatizo até com a sua maneira de ser. A Federação só fazia bem em mantê-lo para todas estas funções e entretanto contratar um verdadeiro treinador de futebol.

Disclaimer: Eu encontrei esta foto na net sem referência ao seu autor nem aos protagonistas. Como a foto estava num espaço público sem pedido de royalties e o gajo me parece ser o Cristiano Ronaldo eu tomei a liberdade de colocar aqui. Se por acaso não se tratar de nenhum jogador da Selecção Nacional o que passaria a não fazer sentido como ilustração do meu texto de hoje, peço desculpa aos meus leitores, ao fotógrafo e aos fotografados. Entretanto olhem-me para aquelas pernas lindas, vá lá.

segunda-feira, novembro 03, 2008



foto daqui

1271. Melhor jogador do mundo


Enquanto tomava o meu descafeinado dei uma vista de olhos pelo jornal A Bola. Um colunista penso que também jornalista, Carlos Santos Pereira mais uma vez cuspiu ódio sobre Scolari por este ter afirmado que considera Lampard o melhor futebolista do mundo. Vejam lá que o ex-seleccionador que tanto gosta do “minino” relegou para segundo plano o nosso Cristiano Ronaldo. Que grande indignação. Olhe lá oh senhor jornalista, indigne-se aí com mais um. Para mim, o melhor futebolista da actualidade é argentino e chama-se Leonel Messi. Se não gosta, coma menos pode ser que não tenha tanta azia.

domingo, novembro 02, 2008



1269. Difícil

Dificil não foi bater o V. Guimarães apesar da mais ou menos razoável equipa que tem. Difícil hoje foi, ao Benfica, ganhar à equipa de arbitragem.

quarta-feira, outubro 15, 2008

1253. Queiroz

Não há por aí um treinador suplente para substituir este? Um treinador que mete em campo um suplente do Chelsea, um suplente do Inter, um suplente do Manchester, um suplente do Benfica, um suplente do Werder Bremen, provavelmente mereceria que a houvesse um suplente dele próprio para o substituir.

domingo, outubro 05, 2008



1247. E o Jesualdo disse...

tá quieto macaquinho!

(foto recebida por e-mail)

quarta-feira, outubro 01, 2008



1244. Falar futebolês – Equipas portuguesas?


Ontem assisti ao jogo Arsenal vs. FC Porto. Uma vez que sou Benfiquista e não sou hipócrita não venho para aqui chorar lágrimas de crocodilo. O resultado pouco ou nada me interessou fosse este ou o seu inverso. O que na realidade me preocupa, sob o ponto de vista futebolístico evidentemente, o que, diga-se de passagem, nem de perto nem de longe constitui uma das minhas principais preocupações quotidianas, dizia eu, é a descaracterização completa daquilo a que alguns “especialistas” ainda continuam teimosamente a chamar futebol português. O FC Porto entrou em campo com apenas 2 jogadores portugueses. Bruno Alves e Raul Meireles tantos quantos é costume ver alinhar de início no Manchester United, no Atlético de Madrid, no Chelsea ou no Inter e até menos do que em outras equipas da Europa como por exemplo o Cluij da Roménia. É claro que não estou a colocar à margem deste fenómeno, nem o meu clube, o Benfica, nem o outro nosso rival o Sporting, pese embora no último derby o Benfica tenha iniciado o jogo com 6 portugueses (e um treinador espanhol) e o Sporting com 7. Do mal, o menos. Mas chamar a isto futebol português é uma deturpação da realidade e até um abuso de linguagem. Poderemos sim chamar clubes portugueses (e nunca equipas portuguesas) pois isso é inegável, desde a sua origem e historia até à formalidade de estarem inscritas em organismos tutelares portugueses. Quanto ao meu Benfica, isso é outra história. Aquela camisola é tão linda!

quarta-feira, setembro 10, 2008

1234. Portugal x Dinamarca

Carlos Queirós surpreendeu (e foi largamente elogiado) por ter convocado Carlos Martins, Pedro Mendes, Antunes, Dany mas deixou-os na bancada ou no banco. Pôs em campo a equipa de Scolari, onde até Quim se armou em Ricardo e perdeu. Perdeu porque Queirós não é Scolari por muito que doa aos Migueis de Sousa Tavares e aos Ruis Santos da nossa futebolândia.
1233. Portugal x Dinamarca

13m - Comentador TVI "Ricardo Carvalho está quase a tornar-se centenário. Atinge hoje a quadragésima nona internacionalização". Pode repetir que não percebi bem?