terça-feira, outubro 18, 2016
1629. Lunch Time Blog
1628. Lunch Time Blog
sexta-feira, maio 01, 2015
1624. O direito à greve
sexta-feira, junho 14, 2013
1620. A descapitalização previsível da Segurança Social
segunda-feira, fevereiro 20, 2012
1601. Com SCUTs e sem humor negro, ou vice-versa
terça-feira, setembro 01, 2009
1476. Início do mês político.
terça-feira, janeiro 20, 2009
1345. YES, WE CAN

Hoje um outro poema está no ar e chama-se Barack Obama.
Yes, We can!
sexta-feira, janeiro 02, 2009
1325. A seu tempo e sem tempo!

II. Wowwwww!!!!! Finalmente um primeiro lugar. Já não era sem tempo caramba. Andamos sempre nas caudas das estatísticas. Lanternas vermelhas crónicas nas classificações europeias. Ah, mas desta vez não! Primeiríssimos e mainada! Primeiro lugar em assaltos em 2007. Já não era sem tempo, hein?
PS. O João Espinho, fotógrafo e blogger e outras coisas não menos importantes, entre elas o de ser meu amigo, já editou 5000 posts no seu Praça da República. É obra que não está ao alcance de todos. Muitos parabéns!
quinta-feira, novembro 27, 2008

1301. Eu também gosto de discorrer sobre a coisa pública
(Eu ía deixar um comentário neste post do Ferreira-Pinto; às tantas o texto já ía longo, escrito ao correr da pena, sujeito a erros de teclagem, de sintaxe e até de um ou outro ortográfico. Peguei no texto, levei-o ao word para ter uma visão global e corrigi-lo e, de repente, arrependi-me de lá deixar como comentário. Transformei-o em post. E como gosto de uma boa polémica, vamos lá, não se acanhem e comecem a dar-me na cabeça se faz favor. A caixa de comentários é vossa. os poemas voltam dentro de momentos).
Na realidade embora eu ache que o artigo do Ferreira-Pinto atire em várias direcções, na sequência da referência inicial - “Perante os tempos extraordinários desta crise do capitalismo, a Esquerda tem a missão urgente de encontrar uma alternativa de poder, deixando de lado velhos dogmatismos” defenderam em uníssono Paulo Pedroso, Francisco Louçã e Paulo Fidalgo (ex-PCP e hoje no Movimento de Renovação Comunista) na cerimónia de apresentação do livro “A Nova Esquerda”, de Celso Cruzeiro - foram expostas algumas ideias (embora eu não apadrinhe todos os pressupostos), que me parecem interessantes. Começando pela direita, área onde não me situo e que portanto me interessa apenas como parceira do jogo democrático é-me, completamente indiferente que se refunda, que crie um novo partido ou que se extinga, paz à sua alma. De Santana, inclusive, para a direita estamos conversados. Quanto ao centrão que nos tem governado, PS e PSD concordo com Ferreira-Pinto na sua refundição. No entanto, para mim, a sua fusão (e refiro-me ao PS actual e à sua entourage) seria nem mais nem menos que amalgamar as duas não-correntes ideológicas existentes em Portugal. De facto de um partido que é apenas uma feira de vaidades - PSD - onde ninguém se entende, onde cada líder fala o pior do líder anterior, onde cada líder é bombardeado até ao limite com o fim de o fazerem cair (mota pinto, balsemão, marcelo, santana, mendes, menezes e até mesmo ferreira leite) pelos próprios correligionários, não tendo mais inimigos internos porque não os há mais e, um PS que abandonou completamente qualquer teoria política de esquerda (nem mesmo a terceira via blairiana hoje pode ser considerada como base ideológica deste partido), ficariam muito bem nesse ramalhete. Teríamos, assim, até à eternidade, a governar-nos a pior coisa que qualquer pais pode ter - e não é o que tivemos quase sempre? - a maximização do vazio ideológico. Quanto à esquerda, pode até ser que os velhos paradigmas e a ortodoxia vão parar ao caixote do lixo. Mas eu - velha mentalidade - não o acredito. A(s) esquerda(s) têm os seus próprios espaços, formados desde a revolução francesa, que já passaram pelas mais diversas "grupagens". Não será possível, nem nos tempos mais próximos, sob pena de se mandar às urtigas toda a riqueza ideológica da esquerdas, a não ser por estratégia eleitoral ou pela tal "alternativa" de governo, a que eu chamaria uma certa - eufemismo - sede de poder, juntar fraternalistas, malreauistas, anarquistas, marxistas, trotskistas, leninistas, maoistas e porque não, até, stalinistas. Se no caso que falei, do centrão, é a ausência de referências ideológicas que permitiria a tal amálgama, esta, na esquerda seria uma mistura explosiva de -ismos que mais cedo ou mais tarde explodiria com certeza. No entanto e apesar destas considerações tenho o espírito aberto para esperar e ver no que dá. Só não gostaria de ver nascer um PPD/PSD/PS de esquerda.
Imagem encontrada aqui
segunda-feira, setembro 22, 2008

PS. Meu caro e prezado José Pimentel Teixeira, este foi o meu modesto contributo para a sua batalha sobre a matéria. Não estamos do mesmo lado, neste caso concreto, mas isso nunca me impedirá de continuar a lê-lo com atenção.
sexta-feira, junho 20, 2008
terça-feira, junho 10, 2008

sábado, junho 07, 2008

sexta-feira, junho 06, 2008

Foram mais de 200 mil, mas ao senhor engenheiro Sócrates não lhe interessam os números. Vamos ver se lhe interessa a contagem em 2009.
foto tirada daqui com a devida vénia
quarta-feira, junho 04, 2008
1194. PerspectivaApós as eleições no PSD, com a vitória de Manuela Ferreira Leite, há agora uma necessidade de reposicionamento do Partido Socialista. A grande onda de simpatia que José Sócrates tem recolhido na direita, empresários, banqueiros e outros sectores da burguesia ou seus apoiantes, têm agora uma nova opção que é a líder do PSD, pouco mais que, digamos, um Sócrates de saia.
É nesta perspectiva que encaro a participação de Manuel Alegre no comício do Bloco de Esquerda de ontem. Um chamada de atenção ao seu partido e principalmente ao seu chefe, numa iniciativa que iria ser obviamente mediatizada e discutida em todos os quadrantes.
Não me pareceu mesmo nada que o BE tenha ganho algo com isto.
quarta-feira, maio 21, 2008
Tenho pena porque o Presidente do Grupo Parlamentar é uma pessoa que eu gostava de respeitar mais, pelo seu passado contra a ditadura, talvez até mais pelo seu passado contra o status quo instalado na sua época de estudante (minha também, embora em estágios estudantis diversos dada a nossa diferença de idades). Talvez alguns dos poucos leitores deste blog, pela sua juventude ou origem geográfica não se lembrem ou desconheçam, mas havia um tipo que editava um programa semanal na RTP, antes do 25 de Abril, chamado João Coito. Este tipo era a voz do dono, na época de Marcelo Caetano. Sempre que oiço o Dr. Alberto Martins na Assembleia da República, como foi o caso de hoje ou dos outros debates quinzenais, ou mesmo noutras intervenções aos orgãos de informação, vem-me à memória esta funesta figura. E não é pela pronúncia, podem crer. Acho que merecia desempenhar outro papel. Mas a obediência ao dono (do PS) assim o obriga.
segunda-feira, maio 19, 2008
O nosso primeiro-ministro entrou doente nos serviços de urgência de um hospital e saiu deslumbrado com a eficiência. Vejam bem que até foi logo assistido. Bravo!
domingo, maio 18, 2008
Mais um ataque à esquerda feito hoje pelo primeiro-ministro a propósito do código de trabalho. Nem outra coisa se esperaria. É histórico, a esquerda ataca a direita e a direita ataca a esquerda. O óbvio.
segunda-feira, janeiro 28, 2008

1155. Deslocalizações e tomates
Quando a Opel fechou as portas na Azambuja, o PreDatado, num post que editou nas suas rubricas (quase habituais) no ante-et-post, colocou o símbolo que se pode ver aqui hoje. Não sei quantas pessoas estavam ou não imbuídas do mesmo espírito, o que o Pré sabe é que não viu da parte das autoridades políticas nenhuma palavra que pudesse indiciar uma penalização pragmática aquela marca. Hoje lembrei-me disto quando li o post da Micas (Nokia - so nicht) sobre o fecho das fábricas da Nokia na Alemanha e a sua deslocalização para a Roménia. Só que nem todos têm tomates.


