quarta-feira, maio 30, 2007

foto descoberta aqui
1108. Oração a S. Judas Tadeu
“… … …” se quiser ter sorte passe esta mensagem a

12 pessoas – vida eterna
6 pessoas – vai ter um desastre mas só parte uma perna
3 pessoas – até as unhas dos pés se encaracolam
0 pessoas – morrerá antes do galo cantar na próxima madrugada.

Às vezes as coisas até têm graça. Um dia destes recebi por e-mail um ponto pê pê esse que referia um teste budista sobre não sei o quê. Depois da preliminar verificação da existência ou não de vírus associado, abri. Era engraçado, esbocei um pequeno desejo e fui anotando por ordem os animais que eu mais gostava, ordenei algumas palavras propostas e também as cores, botei cá para fora um número da sorte e um dia da semana. Depois fui lendo as respostas e até parecia que tudo fazia sentido, eis senão quando, para que o tal esboço de desejo se realizasse, eu teria de enviar o e-mail com o teste a tantas pessoas quanto o número que eu tinha referido antes. Ora como nunca fui escasso a pedir, o número da sorte (?) (tenho-o aqui ainda nas anotações que fui fazendo) era apenas 52 436 124. “Puta que pariu” diria, ao contar-lhe a história, um amigo meu brasileiro que gosta destas correntes. E me perguntou directo: “E você mandou?”.

Minha querida amiga Maria Árvore, gostei de ter sido eleito por ti como um gajo com tomates, olaré se gostei, mas por mim fica por aqui a corrente. Hoje em dia não tenho mais pachorra para correntes. Ou será tomates?


PS. 1. O link para a Maria Árvore não é uma retribuição à nomeação. É o link para um dos blogs obrigatórios na minha leitura diária e que, praticamente desde que nasceu, faz parte daquela coluna da direita. Privilégios! 2. Algumas correntes eu nunca me atreveria a quebrar. Por exemplo, aquelas que agrilhoassem certas pessoas que eu cá sei a uma bola de ferro. Pesada, pesada, pesada…

terça-feira, maio 29, 2007


imagem daqui

1107. E você já consultou um site de sexo?

Um tal de Robert Murat é arguido no mais mediático caso de rapto de todos os tempos ocorrido em Portugal, o da menina Madeleine McCann. Se for caso disso que seja julgado e se for caso disso também que seja condenado. Até lá é arguido por uma razão especial – é o principal suspeito. Por isso há que investigar tudo de modo a encontrar indícios ou provas que o liguem ao rapto da pequenita, ou então que o livrem do libelo acusatório que hoje sobre ele pende. Agora que as “fontes fidedignas” que estão a investigar o caso, sob o título do anonimato, que é assim que rezam as crónicas dos jornais, venham para a imprensa dizer que “vejam lá que o Sr. Murat até consultava sites pornográficos na Internet” essa só lembra ao diabo. Se calhar só lembra à nova Pide e a quem a ela dá cobertura. Eu pensava que o tempo da caça às bruxas já era coisa do passado. Santa ingenuidade.

PS. Eu também consulto a evolução da bolsa todos os dias. Estou com imenso medo de vir a ser investigado nos crimes de corrupção financeira. Ou no "apito dourado". Registos sobre as minhas consultas aos sites de A Bola, Record, O Jogo, etc etc não devem faltar no meu computador.

1106. Caros, lentos e maus
Existem serviços dos quais não podemos prescindir e outros aos quais nos habituamos de tal maneira, que não nos passa pela cabeça ficar sem eles. Sou, por inerência de cidadão (hoje que tanto se fala em cidadania) quase privilegiado, um utilizador de serviços, públicos e privados, em quase toda a plenitude da oferta. Sou, assim, cliente da EDP com quem tenho um contrato de fornecimento de energia eléctrica e da Setegas, a qual me fornece o gás natural para as necessidades do lar. Dos serviços municipais e municipalizados, usufruo do fornecimento de água e da gestão dos esgotos e limpeza urbana. Uma empresa, a título (gratuito?) faz o favor de recolher os resíduos recicláveis, a troca do meu esforço de separação e depósito e da Vodafone, da TMN e da Optimus usufruímos cá em casa da prestação de serviços em comunicações móveis. Já a PT, embora com um aluguer caro, me fornece a infra-estrutura de comunicação telefónica fixa e a TELE2 as comunicações propriamente ditas. A TVCabo permite-me que eu possa fazer uma hora de zapping à volta de cerca de 60 canais de televisão e a NetCabo deveria permitir que eu usufruísse do seu, quase sem reclamação como acontece com toda a panóplia, supra descrita, de fornecedores. Deveria mas não o faz. Porque para mim a NetCabo é o pior serviço do mundo. Eu digo para mim, porque há outros, que apesar de no nosso País haver liberdade de expressão, continuam a preferir guardar para eles a sua revolta. Não vá o diabo tecê-las.

PS. 1. Um dia destes vou-me referir ao telemarkting da PT. Só para a gente rir um pouco.
2. Ficaram por referir muitos outros serviços, mesmo que virtuais, como o serviço público de televisão e o serviço de radio-difusão ou mesmo o de entrega ao domicílio das compras no supermercado, mas isto não era um texto para encher chouriços. Era mesmo um protesto.

terça-feira, maio 22, 2007

foto daqui

1105. Dificil arranjar um título para isto, bom..., talvez Cebolas. Ok, fica Cebolas, não se fala mais nisso.

Eu não tenho muita piada a escrever, tipo daquela que dá logo para se fazer um sketch à la Gato Fedorento ou, menos ambiciosamente, tipo Inimigo Público ou Luís Filipe Borges. Mas gosto de escrever e, mesmo quando trato de assuntos sérios, de deixar um pequeno sorriso nos lábios de quem me lê. Claro que não estou a falar em deixar as pessoas alegres quando escrevo um epitáfio para a campa de alguém que nos é querido, mas mesmo assim, se há uma característica em mim é a de não tentar provocar a lágrima (ía cair na tentação de escrever fácil, mas não escrevo, parece conversa de deputado) no canto do olho de ninguém. E se os olhos se molharem que seja de felicidade! Pois bem, perguntava-me uma amiga, de velhos tempos de comentadora no PreDatado e mais tarde minha anfitriã no Ante & Post, porque é que eu andava tão ausente da blogosfera. Não consegui arranjar uma explicação mais convincente do que a da preguiça (quase sempre sai bem). Como não me pareceu que ela tivesse engolido a desculpa sempre fui adiantando que me faltava a inspiração para escrever originais e que, comentar do jeito que eu gosto as noticias que vão passando nas rádios e nas televisões seria como que plagiar. É que, em boa verdade, cada vez mais, acho que os nossos políticos e os nossos socialites e, como consequência os nossos media, estão numa fase em que não são capazes de produzir uma notícia que eu não ache imediatamente que se trata de uma piada. E depois vou fazer o quê? Plageio ou faço o oposto? Pego numa cebola e começo a descascá-la aqui?

PS. Tal como o António Costa disse a propósito das conversas com a Helena Roseta, as conversas particulares não são para divulgar, mas tenho a certeza que a minha querida Karla não me vai levar a mal se eu cometer a indiscrição de dizer que no meio do nosso “bate-papo” ela me perguntou pelo meu Benfica: Que raiva! Com uma pergunta destas quem é que depois consegue escrever uma piada?

terça-feira, maio 15, 2007



1104. Onde andarão?

Quando deixei de fumar fiz alguma (auto) terapia de substituição começando a mascar freneticamente pastilhas elásticas. Comprei de várias marcas, nos cafés e super-mercados todas sem açúcar mas, para vos dizer a verdade e não para fugir à publicidade gratuita, não me recordo da marca de nenhuma delas. Hoje, que já deixei para trás, também, esse vício de dar exercício aos maxilares deu-me um ataque de nostalgia: E pensei o que será feito das pastilhas elásticas bazooka e das gorila e super-gorila que faziam as delícias da minha juventude. Amanhã vou dar uma voltinha por aí para ver se ainda existem.

quinta-feira, maio 10, 2007

1103. Muda não muda ou vou ficar quieto

Hoje estava decidido a por um ponto final na minha ligação à Netcabo. Estou farto desta telenovela e se eu pago todos os meses a factura, cumprindo a minha parte, a Netcabo tem a obrigação de cumprir a sua parte fornecendo-me as velocidades contratuais.

E que tal se experimentasse a ADSL da Clix? Pensei e estava prontinho para encomendar o serviço. Onze e vinte e cinco da manhã e acesso ao site da www ponto clix ponto pt, está bem, está. Quer dizer, com um cartão de visita assim, onde nem ao seu proprio site se consegue aceder como é que um potencial cliente poderá ter confiança num fornecimento de serviço? Se calhar o melhor é mesmo ficar quietinho.

PS. Terceiro mundo por terceiro mundo se calhar o melhor seria mudar de país. E há alguns com um clima tropical que a gente até se esquece que há internet...

quarta-feira, maio 09, 2007

1102. A Netcabo em capítulos

Mais um episódio (se der, publicarei toda a saga)


8-5-2007


Exmos. Senhores,

Na sequência do problema que vos reportei em relação às velocidades download / upload quero informar-vos que a situação continua na primeira forma.

1. Após contacto telefónico da TVCabo/Netcabo e de vários testes efectuados, propostos telefonicamente, foi decidido enviar cá um técnico da Netcabo.

2. No dia 4 de Maio pp o técnico detectou que o sinal Tx era de cerca de 52dB. Corrigiu-o para 35dB dizendo que agora estava bom. No entanto, não vinha instruído para nada sobre velocidades tendo apenas efectuado a "melhoria" referida.

3. Comuniquei este facto por e-mail à Netcabo no próprio dia 4 de Maio.

4. No passado Domingo, dia 6, fui contactado pela Netcabo e estive novamente em testes com a orientação de um vosso assistente. A comunicação telefónica de mais de 1 hora resultou na decisão de enviarem novo técnico para corrigir o problema das velocidades. Foi-me informado que o técnico viria já munido com os relatórios obtidos nos testes efectuados e que o problema ficaria resolvido.

5. Hoje o técnico compareceu à hora acordada. Não trazia com ele quaisquer relatórios de testes os quais, aliás, desconhecia terem sido feitos. A única coisa "visível" que efectuou foi corrigir os valores de Tx que o seu colega anterior tinha deixado, colocando agora em 47.5 dB com a garantia de que agora sim é que estavam correctos. Portanto a única coisa que fez, repito, foi fazer (bem?) o que o outro técnico tinha feito (mal?). Falou algumas vezes telefonicamente com uma linha de apoio técnico, que desconheço se da TVcabo/Netcabo ou se de algum sub-empreiteiro, de onde lhe informaram que entretanto fizeram o reaprovisionamento do Modem. Desconheço que tipo de operação é. A única coisa que sei é que a situação em relação às velocidades ficou na mesma. Tentei deixar uma observação na folha de obra que me pediu para assinar. Uma vez que me foi impedido de colocar qualquer observação, recusei-me, obviamente a assinar a folha.

Bom, concluindo, a TVCabo/Netcabo tem arrastado a resolução deste problema de uma forma incompreensível. Exijo a resolução imediata sob pena de ter de vir a decidir rescindir o contrato de fornecimento de serviço de Internet com a vossa empresa.

Tal como vos disse no meu primeiro e-mail, reservo-me a liberdade de publicitar pela positiva ou pela negativa a vossa capacidade de resposta a este problema.

Este texto será portanto publicado no meu site pessoal.
Cumprimentos,

quinta-feira, maio 03, 2007



1101. O cantinho do fundamentalista

Disse eu, um dia do passado não muito distante, de que se a lei que proibia fumar em restaurantes e bares fosse avante não me importaria muito com isso. A bares vou a poucos e, restaurantes, pura e simplesmente deixaria de frequentar. A menos que tivessem uma esplanada. Hoje em dia tenho uma opinião diferente. Haja dinheiro e não prescindirei de nenhum, ou melhor, não prescindirei de nenhum que não tenha área suficiente para ter espaço de fumadores. É que muito a custo, muito a custo, já lá vão mais de 3 meses que parei de fumar. E um dia destes é verem-me de novo em bares!

1100. Dúvida minha

Porque é que ontem ao ouvir M. Sarkozy, no debate com a Sra. Royal, me lembrei tanto do Sr. (provavelmente engenheiro) Sócrates? Achei-os tão parecidos. Ando com umas dúvidas estranhas, não acham?

quarta-feira, abril 25, 2007

1099. Quase

Grândola vila morena
Terra da fraternidade
O Povo é quem mais ordena
Dentro de ti, ó cidade.


Foi assim, pela voz de locutor, de quem não me lembro já o nome, aos microfones da RR no programa Limite, que o tal arrepio na espinha quase me fez subentender que algo de “anormal” se estaria a passar. Depois, depois ouvi o Zeca e fui dormir.

Um grupo de capitães, quase ricos, quase filhos de ricos, ou de quase ricos, que não gostou que Marcelo Caetano os pusesse, a eles capitães de carreira, em pé de igualdade com a escumalha miliciana. Coisas que o império e a guerra tece. Quase que esteve para ser assim, quase que não passaria de uma indisposição corporativa, quase que esteve para ser um golpe de estado falhado. Mas as coisas evoluíram, juntaram-se aos capitães chateados, os capitães esclarecidos e mais os capitães fartos de angolas, de guinés e de moçambiques e juntaram-se muitos mais, juntaram-se tu e ele e juntei-me eu também e juntou-se um povo inteiro para que aquilo que era quase para ser o tal golpe se transformasse numa revolução. E tivemos um nunca negado PREC o da paz, do pão, da saúde e da habitação. Hoje, quase três décadas e meia depois, que o digam os nossos militares em missões nas Balcãs, no Iraque e em Timor, os nossos (ainda milhões) de analfabetos, os mais de quatrocentos mil desempregados, as mães que, cada vez mais têm os seus filhos nas ambulâncias, quando há ambulâncias para ter filhos e os milhares de sem-abrigo que preenchem as noites de Lisboa e do Porto e de quase todo o país. Mesmo com todos os quases valeu a pena e mesmo que apenas pareça que foi quase um sonho, mesmo assim, valeu a pena. E um dia, quando não for possível fazer mais estradas ou túneis para inaugurações pode ser que se cumpram os desígnios de Abril. Eu continuo com esperança. Ou quase.

quinta-feira, abril 19, 2007

1098. Paradigma

Eu utilizo 20 minutos por semana para falar de futebol. Tendo em conta que uma semana tem, se não me falha o cálculo, 10080 minutos, 0,2% não me parece desperdício suficiente para abandonar o “vício”. Destes vinte minutos, dez são utilizados em casa com a família, já que todos gostamos de bola e os outros dez são com os amigos no café, normalmente à segunda-feira de manhã, mais perto da hora de almoço.

Ultimamente, já depois de Fernando Santos, treinador do Benfica ter abdicado da Liga dos Campeões e da Taça de Portugal, lembrou-se este senhor de dizer adeus à Taça UEFA frente a um modesto Espanhol de Barcelona e de não ganhando em casa ao Porto e ao Braga e, embora fora, ao então último classificado Beira-Mar, de deitar fora não só a possibilidade de ser campeão mas também a de se poder classificar directamente para a Champions do ano que vem.

E é aqui que reside o paradigma. Apesar destes importantíssimos temas, os meus amigos do café, faz umas 3 semanas que não falam de bola. Passam o tempo a discutir não sei o quê e não sei que mais, sobre um tal diploma de um engenheiro. Eu devo andar muito distraído mesmo. Será que o Fernando Santos não é mesmo engenheiro e aquela história do engenheiro do penta foi-nos muito mal contada pelo Pinto da Costa?

PS. Ao meu lado, a minha filha acompanhou-me na escritura do post e soprou-me ao ouvido que eu estava baralhado, que o que lá no café falavam era do Sócrates e tal. Vou já pegar nos meus livros da Grécia antiga. Querem ver que aquela coisa da sicuta não tinha nada a ver com portagens mas sim com diplomas dourados?

quinta-feira, abril 05, 2007


1097. Sem mais comentarios...

... só podia ser do Gato Fedorento
foto daqui

sexta-feira, março 30, 2007

1096. Qual o melhor adjectivo?

Manuel Pinho disse hoje no parlamento ao deputado do PSD, Mendes Bota que dizer que se quis mudar o nome do Algarve era uma palermice.
Mendes Bota indignou-se e não admitiu que o ministro lhe chamasse palerma.
O presidente da mesa da comissão pediu ao ministro que alterasse a adjectivação.
Então o ministro disse que, dizer que o Governo quer alterar o nome de Algarve para Allgarve é uma mentira.
Mendes Bota calou-se.

A gente já ouvia por aí, pelas mesas dos cafés e no talho lá da rua, dizer que os políticos eram mentirosos. Não queiram agora também achar que eles sejam palermas.

sábado, março 24, 2007


1095. Só se foi por isto
Um dia, nos idos de 2006, a propósito de um Sorrisinho© de solidariedade que comprei, escrevi assim:

“…Essa bonequinha tinha uma etiqueta, com as recomendações obrigatórias para crianças e a origem do produto: Made in China. Tendo em conta que a PORTA ABERTA acolhe crianças vítimas de maus tratos, não teria sido de bom tom, advertir o comprador do Sorrisinho de que o mesmo não tinha sido fabricado com recurso a trabalho infantil ou semi-escravo? Ou será que foi?”

Entretanto o meu blog está interdito na China. Descobri isso neste site greatfirewallofchina.org e fiquei muito preocupado. Não pela censura na China, é claro, que disso outros mais sábios do que eu já se preocuparam antes de mim, mas sim pelo potencial de divulgação aqui do PreDatado, agora deitado às urtigas. E eu, que já me imaginava a ser visitado por milhares de milhões de chineses a deliciarem-se com este excelente blog, vou ter de despedir o meu dedicado assessor / tradutor de Mandarim. E qualquer dia só me resta mesmo fechar a empresa PreDatado, Lda e deslocá-la, sei lá, para a China. Mas isso não é nada original. Outros mais sábios do que eu já o fizeram antes de mim.

sexta-feira, março 23, 2007

1094. Influências

Eu não sei se é a isto que juridicamente se chama tráfico de influências, quem souber que me ajude. Mas que S. Valentim ainda é um daqueles santos que tem muita influência no coração dos audiovisuais isso tem. Qual 14 de Fevereiro, qual quê. S. Valentim é quando um major quiser. O homem, aliás o Santo, disse ao Expresso (obviamente off the record), que queria ser julgado na televisão. Dona Judite, não, não é a PJ, é mesmo uma senhora chamada Judite, não sabemos porque raio de influências fez logo o primeiro servicinho. A primeira sessão do julgamento foi na sua televisão. Aliás na nossa, porque para a RTP eu também contribuo. Ai não que não que não contribuo. Viva o serviço público. Viva S. Valentim. Viva a bagunça nacional! Viva!
1093. Quem dá e quem tira vai para o inferno (ah é verdade, eles são ateus…)

Eu, cá para mim, o nosso primeiro, quando era pequenino, deve ter levado cá um chapadão de algum funcionário público que jurou “quando eu for grande e for primeiro-ministro vou-me vingar destes gajos todos, olá se vou”. E vai daí, ainda ele leva pouco mais de 2 anos de governo e ainda não parou de se vingar. Agora, desta vez é o número de dias de férias. E tal e coiso que não é justo, e coiso e tal que tem de haver convergência com o privado e tal e mais tal e mais coiso. E é assim, com uma aura de justiceiro que vem atirando areia para os olhos da populaça. O que este senhor e os seus ministros escondem ou não querem que se relembre é que os dias de férias “a mais” foram ofertados pelos governos em contrapartida dos não-aumentos salariais devidos. A bem do País e do deficit, aliás a única coisa que realmente parece interessar ao Senhor José Sócrates Ferreira Leite.


PS. Juro por minha honra que não sou, nem nunca fui funcionário público. Tenho dito.

quarta-feira, março 14, 2007

1092. Ajudem-me…

a descobrir uma semana em que não feche uma empresa em Portugal. Ajudem-me a descobrir quais as medidas que o Governo tem tomado para parar este ritmo.

domingo, março 04, 2007


1091. O gajo é teimoso.

Foram 34 anos na teia. De vez em quando tentava dar uns abanões mas a malha não quebrava. Desde o passado dia 25 de Janeiro que o Pre não pega num cigarro. E não sente vontade de recomeçar. Só não sabe o que fazer quando se levanta, quando acaba de comer, nos intervalos das refeições, ao volante, quando sai de uma loja, quando sai do elevador, quando se senta ao computador, quando pega num jornal, quando lê um livro, quando espera pela srª Pre, quando...
Mas desta vez vai vencer. Querem apostar?

PS. Nem comentem porque ainda estou com a neura.

foto: Jmim roubada daqui.

sábado, março 03, 2007



1090. Uns a cinquenta por cento, outros a 103.

Esta semana o Glorioso Sport Lisboa e Benfica fez 103 anos. Este mês, eu fiz precisamente 51 anos e meio. Cinquenta por cento. Não sei se chegarei a emblema de ouro, só o serei se fizer 50 anos de sócio. Esta semana fui receber o meu emblema de prata. Cinquenta por cento. Tenho dois filhos, um benfiquista e outro, neste caso outra, de um outro clube. Cinquenta por cento. Mas só quem não falhava à boca da baliza era o Eusébio.

Tu, Manuel Galrinho Bento, nunca estiveste a cinquenta por cento. Paz á tua alma. Viva o Benfica!

sexta-feira, março 02, 2007

1089. Os ricos também se aplaudem.

Hoje, à porta do local onde se realiza a AG da PT, formou-se uma manifestação de trabalhadores. À entrada, Henrique Granadeiro e Joe Berardo, entre outros capitalistas, foram fortemente aplaudidos pelos trabalhadores da PT. Ao que isto chegou.